sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mas não me quero ir embora sem deixar uma palavra para duas pessoas

Em primeiro lugar, o Júlio César, claro.

Deve estar a passar um mau bocado, evidentemente, no corpo e na alma.

Um abraço para ele.

E claro, a outra palavra é para Jesus.

Os benfiquistas estão hoje muito tristes, muito desiludidos, mas têm obrigação de ser justos para o Jesus, que foi a melhor coisinha que lhes podia ter aparecido pela proa.

Não é por causa dum jogo que se vão agora pôr a criticar a táctica do Jesus, as opções do Jesus, o cabelo do Jesus, etc.…

Recordem-se que este resultado num passado recente era normal.

Ainda no ano passado levaram 5 do Olimpyakos com o Quique e nem da fase de grupos da liga Europa passaram. Estimem o Jesus e dêem-lhe miminhos que ele bem merece.

Que é um grande treinador.

Ámen.

Tenho dito.

6 comentários:

  1. Aqui concordo plenamente contigo, oh Carneiro Amigo.

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  2. Parecia um Benfica (do ponto de vista táctico) dos tempos de Quique.

    Ámen

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  3. Há uma verdade incontornável só recenetemente é que as equipas portuguesas começaram a ser preparadas para jogar 2 vezes por semana relembro aqui as palavras de José Mourinho que uma vez disse "para mim cada treino era um jogo quantos mais jogos se fizerem mais sobe a forma dos jogadores"...pois é temos que deixar de tratar os jogadores como coitadinhos que se cansam rapidamente perguntem às pessoas que têm dois trabalhos ou os que saem do trabalho às 17h e ainda vão para as escolas ou faculdades e 5 dias por semana... também cansa... pois é... e ai de nós que por causa da faculdade baixarmos a produtividade no trabalho.
    Há que por os meninos a jogar 2 ou 3 vezes por semana para se habituarem

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  4. Sei de fonte ficticia, como diria um amigo meu, que os discipulos de Jesus foram a Liverpool apenas com o intuito de estagiar para o jogo de terça feira.O Jesus sabe-a toda...

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  5. Concordo com a ideia de cada jogo ser um treino. Mas também há jogos e jogos. Jogar na segunda, descansar na terça, viajar na quarta e jogar na quinta, não é propriamente benéfico. Claro que há opiniões divergentes e até de treinadores. Mas também há treinadores que não se importam muito de terem os jogadores a andarem em altas noitadas.

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